sexta-feira, 15 de abril de 2011
Mito 10 - uma vez entendido o conceito, é fácil levar uma vida sustentável
Muitas vezes uma escolha que parece sustentável à primeira vista se revela problemática. Provavelmente o melhor exemplo seja corrida para produzir o etanol a partir do milho. O milho é um recurso renovável - pode-se colher e plantar mais, praticamente indefinidamente. Assim, a troca de gasolina pelo etanol de milho parece ser uma ideia - até que se faça uma análise mais profunda e se perceba qual é realmente o gasto de energia no plantio e na colheita do milho e na sua conversão em etanol.
Pode-se obter um pouco mais de energia do que se gasta na sua produção, o que, em princípio, ainda poderia tornar gasta na sua produção, o que, em princípio, ainda poderia tornar o etanol mais sustentável que a gasolina, mas ainda não soluciona o problema. Desviar o milho para fazer etanol significa sobrar menos milho para alimentar rebanhos e pessoas, elevando o seu preço. A consequência é a transformação de terras antes desocupadas - incluindo, em alguns casos, as florestas tropicais de países como o Brasil - em áreas de cultivo, que por sua vez liberam grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera.
No fim, após muitas décadas, o benefício energético de queimar etanol poderia compensar a perda das florestas. Mas, até esse momento, a mudança climática teria progredido tanto que essa providência não ajudaria.
Não se pode declarar nenhuma prática como "sustentável" até que se faça uma análise completa do ciclo de vida de seus custos ambientais. Mesmo assim, as políticas públicas e tecnólogicas continuam a progredir e essa evolução pode levar a consequências imprevisíveis e involutárias. A admirável meta de viver de forma sustentável requer bastante reflexão e de forma continuada.
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quarta-feira, 13 de abril de 2011
Mito 9 - A sustentabilidade é basicamente um problema demográfico
Não é um mito, mas representa uma falsa solução. Todo problema ambiental é fundamentalmente um problema de população. Se a população mundial se resumisse a 100 milhões de pessoas, teríamos dificuldade de gerar lixo a ponto de congestionar os sistemas de limpeza da natureza. Poderíamos jogar todo nosso lixo em um aterro em alguma área longínqua e ninguém perceberia.
Os especialistas em demografia concordam que o melhor modo de limitar a população é a educação das mulheres e uma melhora no padrão de vida em geral nos países em desenvolvimento. Mas é impossível aplicar essa estratégia em tempo hábil. A ONU projeta que o planeta terá de sustentar outros 2,6 bilhões de pessoas até 2050. Mas mesmo no nível populacional atual, de 6,5 bilhões, consumimos os recursos em uma velocidade não sustentável. A verdade é que não existe um meio de reduzir a população significativamente sem bater de frente nos direitos humanos (como fez a China com a sua política de filho único), no incentivo ao suicídio em massa ou algo pior. Nenhum dessas propostas parece ser preferível a concentrar-se diretamente em um uso menos devastador de recursos.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Mito 8 - A resposta está sempre em uma nova tecnologia
Não necessariamente. Durante sua campanha presidencial, Barack Obama cometeu um erro tático de enfatizar que, calibrando os pneus corretamente, os americanos poderiam poupar milhões de litros de gasolina, graça à melhora no consumo de combustível. Foi ridicularizado pelos republicanos. Entretanto estivesse certo.
Em outras palavras, algumas vezes a tecnologia existente pode fazer uma imensa diferença. Em outras é preciso um modelo administrativo diferente. O empresário israelense Shai Agassi, por exemplo, gostaria de converter a frota mundial de carros em veículos movidos a eletricidade - com certeza, um grande passo na redução das emissões de carbono -, não com a invenção de uma bateria que dure 300 km por recarga, mas criando um sistema melhor que possibilite aos motoristas andar tanto quanto queiram sem recarga. Seu projeto adotado como piloto em Israel e na Dinamarca, criaria, ao longo das estradas postos de troca de baterias, semelhantes aos cilindros de gás que usamos atualmente em nossos fogões. O que fazer na estrada quando a bateria estiver acabando? Entre em um posto, troque sua bateria descarregada e pegue a estrada novamente.
Ele está oferecendo distâncias, e não baterias melhores.
Existe uma empresa italiana que vende água quente a seus consumidores, e não a energia para aquecer a água. É uma forma diferente de medida, que propicia à empresa um incentivo para ser mais eficiente a fim de ser mais lucrativa.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Mito 7 - Depende de nós (consumidores)
As ações de comunidades populares são úteis e absolutamente necessárias. Mas o progresso em determinados projetos, como a contenção de emissões de CO2, só acontecem com rapidez com a participação das autoridades. Por causa disso, os impostos, as normas obrigatórias de qualidade dos combustíveis e ações semelhantes são quase inevitáveis. Essa conclusão leva os pregadores do mercado livre à loucura, mas eles trabalham com a hipótese de que o uso inadequado dos recursos e a destruição do ambiente não tem custo, um equívoco facilmente demonstrável.
Para citar apenas um exemplo, a devastação econômica é possível mesmo sob o mais ameno cenário plausível de mudança climática, na forma de problemas na agricultura causados por mudanças no padrão das chuvas e nas zonas de cultivo; as àreas costeiras mais densamente povoadas se tornarão inabitáveis com a elevação do nível do mar, entre outras situações. O preço cobrado atualmente das pessoas que lançam gases do efeito estufa à atmosfera, no entanto é zero.
Estabelecer uma taxa de emissão de carbono por tonelada é extremamente impopular, mas pela primeira vez constataria os custos reais do uso da energia não sustentável.
Os puristas do mercado livre, no que diz respeito a exaurir os recursos naturais, também argumentam que o aumento dos preços automaticamente induzirá as pessoas a um comportamento mais eficiente. Séria o correto - mas a transição pode ser dolorosa e caótica.
A razão primária da crise do setor automotivo americano é sua dependência há anos do alto lucro gerado pelos utilitários esportivos, grandes consumidores de gasolina. Quando o preço do petróleo disparou, no ano de 2009, o consumo de grande carros despencou. Portanto os compradores de veículos podem ter mudado seu comportamento, mas apenas à custo do potencial desastre de algumas das maiores empresas americanas e de seus funcionários.
Mesmo assim, o crescente aumento no preço de combustíveis teve o efeito de atrair novamente a pesquisa para os meios alternativos, como a energia eólica e a solar, além de outras possibilidades. Deixando o caos econômico de lado, podemos ao menos contar com as empresas automobilísticas que precisam fabricar carros mais eficientes, e os equipamentos necessários para encontrar fontes de energia mais sustentáveis. E é sobre isso que reflete em outro mito...
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Mito 6 - A sustentabilidade significa piorar o nosso padrão de vida
Totalmente errado. Significa, porém ter de fazer mais com menos. Assim que começarmos a nos organizar e inovar dentro dessa perspectiva , os resultados serão extraordinários. Vão nos permitir alcançar taxas de produtividade e de recursos muito superiores, que nos tornarão prósperos, alimentados, vestidos e seguros. E além do mais, os maiores especialistas do assunto, avaliam que a inovação para uma vida mais sustentável será um mecanismo econômico dos mais poderosos, a começar pelo pensamento que tratar da mudança climática é o maior programa de geração de emprego disponível. E isso é fato...
terça-feira, 5 de abril de 2011
Mito 5 - Tem tudo a ver com a reciclagem
Por algum motivo a reciclagem foi a mensagem marcante do movimento ambientalista no início dos anos 70. E é obvio que reciclar é importante: reutilizar metais, papel, madeira, e plásticos em vez de descartá-los, reduz a necessidade de extrair matéria-prima do solo, das florestas e das reservas de combustíveis fósseis. O uso mais eficiente de quase tudo é um passo em direção à sustentabilidade. Mas é apenas uma peça do quebra-cabeça. Já está provado e comprovado que de longe as áreas mais importantes em termos de sustentabilidade são a energia e o transporte, então se você acha que leva uma vida sustentável só porque recicla, é melhor repensar o assunto e começar reciclando a sua mente. Avalie a ideia...
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Mito 4 - A sustentabilidade tem um alto preço
Se existe uma vaca sagrada dentro do conceito de sustentabilidade, então é esse o mito. Isso porque grandes estudiosos do assunto observaram que "há um pouco de verdade nisso". Mas apenas um grãozinho. É verdade apenas em um curto prazo e sob certas circunstâncias, mas certamente não a longo prazo. A verdade é que já temos um sistema insustentável em vigor (ex. uma lareira em casa, uma lâmpada incandescente na luminária ou um veículo trafegando com apenas um passageiro) você tem que gastar um pouco para mudar para uma tecnologia mais sustentável.
Em geral, os governos e as empresas conseguem dar esse passo com mais facilidade que as pessoas. Nos últimos sete anos a DuPont (empresa de produtos e serviços) fez investimentos que reduziram a emissão de gases do efeito estufa em 72% em relação aos níveis de 1990. Com isso economizaram US$ 2 bilhões. Esse exemplo e uma das provas que a sustentabilidade não é tão cara como tantos pensam e publicam.
A minha opinião é a seguinte, se tratando do bem estar de nossa "casa" não existe alto preço, pois a conta final pode sair bem mais alta do que se pode calcular.
Té o próximo mito.
Se passar por aqui deixa um comentário, o blog está sendo bem visitado, falta apenas a participação de vocês.
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quarta-feira, 30 de março de 2011
Mito 3 - "Sustentável" é sinônimo de "verde"
Embora exista uma boa sobreposição entre os termos, em geral, "verde" sugere uma preferência do natural ao artificial.
Com cerca de 6 bilhões de pessoas no planeta atualmente e outros 3 bilhões aguardando até meados do século, a sociedade não pode esperar oferecer-lhes um padrão de vida confortável sem uma grande dependência da tecnologia. Os carros elétricos, as turbinas de vento e as baterias solares são a antítese do natural (embora, permitem que as pessoas se locomovam, se aqueçam, e cozinhem alimentos com recursos renováveis - ou pelo menos, com um gasto muito menor de recursos não renováveis), emitindo uma menor quantidade de produtos químicos nocivos.
Provavelmente é mais fácil encarar a energia nuclear como algo sustentável. Diferentemente das outras fontes de energia alternativas, ela tem sido, por um longo tempo, uma maldição para os ambientalistas, principalmente por causa dos problemas da estocagem do lixo radioativo. Mas os reatores nucleares também são fonte de energia altamente eficiente, sem emissão de gazes poluentes (e dependendo do tipo podem ser projetados para gerar um mínimo de resíduos e essencialmente ser a prova de fusão do núcleo) e é por isso que o grande Patrick Moore (co-fundador do Greenpeace), se tornou entusiasta da energia nuclear, e a razão de muitos ambientalistas estarem começando (mesmo que às vezes a contragosto) aceitar a ideia de abraçar a energia nuclear . E chamá-la de verde seria forçado. Denominá-la sustentável e bem mais aceitável.
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terça-feira, 29 de março de 2011
Mito 2: A sustentabilidade tem tudo a ver com o meio ambiente
O próprio movimento sustentável (não apenas a palavra) também remete ao relatório da Comissão Mundial das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (1987) . Originalmente, sua meta era encontrar meios para que os países pobres se equiparassem aos mais ricos em termos de padrão de vida. Esse objetivo significava facilitar o acesso dos países em desvantagens aos recursos naturais, incluindo água, energia e alimentos, uma vez que todos, de um modo ou de outro, se originam do meio ambiente.
Se muitos de nós usam recursos inadequadamente ou se geramos lixo rápido demais para o meio ambiente assimilar e processar, obviamente as futuras gerações não serão capazes de suprir as suas necessidades, na verdade mesmo temos é uma economia em que roubamos o futuro e o vendemos no presente apenas afim de aumentar o PIB (produto interno bruto) dos países.
Se continuarmos, por exemplo, a despejar dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, não vamos necessariamente exaurir os recursos (pois ainda temos bastante carvão no solo), mas transformaremos o clima de tal forma que possivelmente vamos legar um fardo pesado às gerações futuras. O mesmo obviamente, vale para os subprodutos tóxicos que não o CO2, oriundos de todos os tipos de atividade humana, da indústria à mineração, passando pela geração de energia e pela agricultura, lançados no solo, nos rios, nos oceanos e na atmosfera.
Os argumentos não ambientalistas a favor da sustentabilidade ficam um pouco mais indefinidos ao tratar de coisas intangíveis como a beleza da natureza ou o valor do território selvagem. "Na natureza selvagem se encontra a preservação do mundo" e o maior exemplo dessa frase são os parques nacionais que se iniciou no Estados Unidos ainda no século 19 e, desde então vem se espalhando pelo mundo.
Acredito que a ligação com a natureza é uma forma importante de restabelecer um nível básico de felicidade, e esse tipo de conexão intangível tem levado as cidades e metrópoles preservar ao máximo as suas áreas já preservadas. (quer dizer, é assim que eu acho que deveria ser). E se for analizar direito o termo Sustentabilidade vai bem mais além do que apenas o meio ambiente, é uma problemática que vai envolver; Economia, Política... e por aí vai...
Top 10: Mitos sobre a SUSTENTABILIDADE
Então começando esse top 10 de mitos sobre a sustentabilidade. O primeiro mito a ser desvendado é a própria SUSTENTABILIDADE.
A verdade é que ninguém sabe exatamente o que "sustentabilidade" significa.
Isso está longe de ser verdade. Ao que se sabe, o significado moderno da palavra entrou em cena em 1987, com a publicação de "Nosso futuro comum", pela Comissão Mundial das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. Esse relatório definiu o desenvolvimento sustentável como aquele "que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprir as próprias necessidades". Ou nas palavras de inúmeros professores de jardim de infância (isso cabe a muitos de 2 grau também) "Não gaste mais do que você precisa".
Observe que a definição não diz nada sobre proteger o meio ambiente, embora as palavras "sustentável"e "sustentabilidade"saiam principalmente da boca dos ambientalistas. É sobre isso o próximo mito.... Quem ver o próximo post saberá...
E vale a pena reforçar; se você acha que apenas a sua parte é muito pouco para salvar o planeta, recicle sua mente pois se cada um fizer um pouco o planeta irá agradecer por muito e muito tempo. Pois o que vc faz conta.
E lembre-se... O poder é de vocês...
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Migrações
Antes, a resposta do post anterior...
R- A verdade é que os animais migradores não reagem a estímulos sensoriais de recursos que provocariam reações imediatas em outras circunstâncias. Em outras palavras: As Andorinhas estão tão empenhadas em chegar o mais rápido possível a seu destino que se opõem ao ambiente. Ou seja.... As andorinhas estão cagando e andando (no caso dela voando) para o que acontece ao seu redor, é a mesma coisa que um homem passe na rua e encontre de cara com a Grazi Massafera peladona na sua frente e ele faz o que? Ignora. Isso mesmo. Nos pensamento da Andorinha por mais que ela esteja com fome, ela vai poder se alimentar mais tarde, se estiver cansada, ela ira descansar mais tarde, pois agora o seu foco é chegar logo o mais rápido possível ao seu destino, no caso da Andorinha, um litoral pedregoso no Ártico, que atende a todas as suas necessidades, assim como foi moldado pela a evolução. O seu objetivo é encontrar um lugar, um momento e um conjunto de circunstâncias em que possa assegurar que seus filhotes eclodam de seus ovos e sobrevivam.
E a migração às vezes não é tão longa quanto a das andorinhas e as dos Gnus no Serengeti Africano. A Migração pode ser Vertical como as das Antilocabras.
No parque Nacional Glacier, em Montana EUA, Cabras-das-Rochosas, podem se deslocar centenas de metros apenas na direção vertical . Este animal desce e sobe por um paredão para lamber sal e outros minerais, tudo por conta da escassez desses nutrientes no inverno.
Bem diferente de nos (Meros mortais), que na ausência de recursos é só dar uma carreirinha no supermercado e renovar o estoque.
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terça-feira, 30 de novembro de 2010
Migrações
Acabei de assistir um documentário da National Geographic sobre "Grandes Migrações". Uma fantástica produção da NatGeo, e eu só fiquei imaginando o trabalho que deve ter dado para filmar todas essas migrações.
Na verdade as migrações dos animais são um fenômeno bem mais grandioso e mais estruturado que um simples deslocamento no espaço. Elas representam uma viajem coletiva cuja recompensa só muito depois pode ser usufruída por seus participantes. Também sugerem premeditação e obstinação em escala épica, codificadas pelos cientistas como "instinto herdado".
Existem 5 características que possam ser aplicadas nas migrações. Todas elas são deslocamentos que conduzem os animais para longe de seus hábitats; tendem a ser feitos em linha reta e não em ziguezague; envolvem comportamentos especiais(como a super alimentação), antes de seu início e a chegada; requerem alocações especiais de energia e além disso os migradores exibem comprometimentos com uma missão maior, que os deixa invulneráveis às tentações que possam aparecer pelo caminho e os leva a enfrentar que fariam desistir outras espécies.
Por exemplo, uma andorinha-do-mar-ártica que parte do Alasca rumo a Terra do fogo, por exemplo, ignora o cheiro de atuns oferecidos por um observador de aves em seu barco na baía de Monterey. As gaivotas aproximaram-se para devorar esse festim imprevisto, mas as andorinhas prosseguem imperturbáveis em sua jornada. Por que é assim?
A resposta no próximo post, que por sinal vai continuar falando sobre migrações. E quem souber pode responder como comentário. Pelo texto dá para responder fácil, fácil.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Casinha de latinha
A natureza é tão fascinante que até lixo ela transforma em sustentabilidade.
Fiquem com essa imagem e esperem os próximos post's.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
O poder é de vocês...
Quem viveu os anos 90 certamente vai lembrar desta frase. Era a frase de encerramento do "Capitão Planeta"um bom desenho animado que há mais de 10 anos atrás já se preocupava com o futuro do planeta.
Nesse post vou falar básicamente de 2 assuntos:
1º - Não se faz mais desenhos como antigamente - Em outros tempos os desenhos passavam alguma coisa para criançada, o próprio Capitão Planeta por exemplo, além de ser um desenho bacana no final passava uma mensagem de como fazer um bom uso de nossos recursos. Bem diferente do Bob Esponja, Naruto, Max Still, Garotas Super Poderosas entre outros.
2º - Será que a criançada entendeu a mensagem passada pelo Capitão Planeta? O futuro de nosso planeta depende da juventude, e boa parte da criançada dos anos 90 está começando a definir seu futuro e o futuro do planeta hoje em dia. Eu espero que os futuros líderes governamentais tenham tido um pouco de infância e tenham assistido um pouco do Capitão Planeta, para quem sabe minimizar os problemas que hoje são quase que irreversível. Pois aquela juventude se dizia capaz de mudar o mundo, mas talvez se o mundo continuasse daquela forma hoje seria bem mais fácil de melhorar.
E lembrem-se: O poder é de vocês
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Quase de Férias
Graças a Deus o período está chegando ao fim e das 8 cadeiras que me matriculei tudo indica que vá perder apenas 1 Química Ambiental (para variar), mas a vida é assim mesmo, fazemos apenas o que podemos e é assim que vou deixando as minhas marcas no curso de Ecologia do Campus IV da UFPB.
Com as férias espero ter um pouco mais de tempo para escrever por aqui e mostrar as minhas atividades, como por exemplo o meu trabalho sobre animais atropelados (1º trabalho a nível nordeste) e sobre um que pretendo entrar sobre comportamentos de Preguiças, isso quer dizer que semestre que vem promete.
Hoje vou ficando por aqui deixando um vídeo que mostra a espécie que com certeza é a que mais sofre com o aquecimento global.
Assistam e reflitam.....
Com as férias espero ter um pouco mais de tempo para escrever por aqui e mostrar as minhas atividades, como por exemplo o meu trabalho sobre animais atropelados (1º trabalho a nível nordeste) e sobre um que pretendo entrar sobre comportamentos de Preguiças, isso quer dizer que semestre que vem promete.
Hoje vou ficando por aqui deixando um vídeo que mostra a espécie que com certeza é a que mais sofre com o aquecimento global.
Assistam e reflitam.....
terça-feira, 18 de maio de 2010
Apetite Crescente
A melhoria dos padrões de vida elevou a níveis jamais vistos o consumo de carne. Sem dúvida ela é a fonte de proteínas essenciais. No entanto, o seu excesso na alimentação pode ser nocivo tanto para a saúde humana quanto para o ambiente. Os pastos ocupam 1/4 de toda a superfície terrestre do planeta, e levam à erosão do solo e a expulsão da fauna local. Animais alimentados com cereais consomem milhares de litros de água e produzem dejetos equivalentes para cada quilo de carne produzida. Os rebanhos animais são responsáveis por até 18% de todas as emissões de gases de efeito estufa associadas a atividades humanas. Sem contar que mananciais e cursos de água são facilmente por eliminação de dejetos. Portanto o consumo em excesso de carne polui diretamente o solo, a água e o ar.
Apenas alguns dados:
Consumo mundial de carne
1983: 139 milhões de toneladas
1993: 184 milhões de toneladas
2020: 303 milhões de toneladas (projeção)
Como já falei em posts anteriores, não estou aqui aplicando o "Vegetarianismo" apenas estou tornando público alguns dados que não são tão público assim.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Cara nova

O blog está de cara nova e de nome novo, o antes 0lbap.blogspot.com agora se chama oquevcfazconta.blogspot.com. Espero ganhar um maior número de "seguidores" e de pessoas que possam debater alguns temas relacionados a minha área. O visual também mudou, a minha irmã deu uma retocada na maquiagem do blog, espero que tenham gostado e vou fazer de tudo para conseguir postar todos os dias.
Té mais.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Grandes forças da natureza.

São cada vez mais comuns as notícias sobre tufões, tornados, ciclones e furacões nas diversas partes do planeta, mas poucas pessoas sabem ao certo o diferencia uma da outra. Por isso vou explicar de forma fácil o que são e onde acontecem cada um desses fenômenos naturais.
Ciclones: são tempestades em que os ventos circulam em torno de uma área de baixa pressão atmosférica. No Hemisfério Sul, o sentido de rotação é horário e no Hemisfério Norte, anti-horário. Tempestades tropicais que ocorrem no Pacífico Sul e no Oceano Índico também são chamadas de Ciclones , já no Pacífico Norte recebem o nome de Tufão e no Oceano Atlântico nós a chamamos de Furacão.
O ciclone tropical forma-se próximo a linha do Equador, sobre mares de águas quentes, com temperaturas acima de 26ºC. Seu anel central, também chamado de olho, tem entre 30 Km e 50 Km de diâmetro. O ciclone extratropical ocorre nas zonas temperadas, tanto sobre a terra quanto no oceano. Ele é causado pelo encontro de uma massa de ar fria e pesada com uma massa quente e leve e pode ter até 2.000 Km de diâmetro.
Tornados: são tempestades de ventos giratórios de dimensões muito menores, com um raio de 100 m a 1,5 Km. Ocorrem sempre associados a nuvens que são chamadas de Cumulonimbos - que produzem trovoadas - de grande desenvolvimento vertical, contendo correntes de ar ascendentes e descendentes muito fortes. A maioria dos tornados tem rotação ciclônica.
Pronto está aí uma breve explicação sobre fenômenos naturais que estão em evidência nos dias de hoje.
E só mais um comentário. Estudos já comprovam que o aquecimento global está levando ao gradual aquecimento dos oceanos, um fator contribuinte para a formação de ciclones tropicais mais frequentes e intensos, de categoria 4, como o Katrina, que atigiu os Estados Unidos em 2005, portanto áreas que hoje não sofrem com esses fenômenos futuramente estará sofrendo com eles.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Empresa + Verde [C&A]
A C&A lança a primeira loja ecológica do país.
Inovando mais uma vez a multinacional C&A lança a sua primeira loja ecologicamente sustentável no Brasil. Trata-se da segunda unidade "verde" da empresa no mundo. A primeira foi inaugurada na cidade de Mainz na Alemanha.
A loja brasileira foi construída na cidade de Porto Alegre (RS), mais precisamente na Rua dos Andradas,1620, Centro.
Uma das principais atrações da nova loja é o "espaço cliente" um local exclusivo de informações sobre sustentabilidade e com coleções sustentáveis da C&A, como camisetas de algodão orgânico, sacolas retornáveis, chinelos de pneu reciclado e camisetas de malha feitas com garrafas pet recicladas. O local também contará com coletor de lixo eletrônico, como celulares, pilhas, bateria e seus componentes; painéis de com ações de sustentabilidade da própria C&a e monitores especialmente trinados para oferecer informações sobre o assunto.
Outra novidade é o telhado verde na cobertura, com 640 m², que estará finalizado agora no final de fevereiro. Além de promover a a biodiversidade, o isolamento térmico acarretará a redução do calor e do frio no interior da loja, e em consequência a menor necessidade do uso do ar condicionado
Achando pouco a C&A ainda adotou o uso do biodiesel em 100% de sua frota, como forma de diminuir a poluição gerada por combustiveis fósseis como o Diesel.
Parabéns a C&A por dar essa "mãozinha" na busca de um planeta sustentável.
Cada um fazendo a sua parte e todos juntos pelo planeta.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Mais uma vez Rio Tinto...

Hoje 01 de Fevereiro de 2010, dia de volta às aulas, que na verdade é um dia de rever os amigos pois aulas mesmo só depois do carnaval.
Vou caminhando para o 5º período é verdade que deveria estar no 7º mas não estou nada triste por isso, atrasei um pouco o curso porém ganhei mais um pouco de experiência e ganhei um conhecimento que talvez não tivesse adquirido se não perdesse algumas cadeiras pois certas vezes um baque hoje pode guardar o salto de amanhã.
Já me fiz uma promessa de levar o restante desse curso com todas as minhas forças, até porque agora eu tenho uma anjinha no céu que vai guiar meus passos e me dar força nos momentos que eu mais precisar e ela será a quem dedicarei toda essa vitória.
Que os professores me aguardem pois esse período vou dar o que falar.
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