terça-feira, 3 de março de 2009

Apertaram o "play" da chuva.


A letra de uma música para dar inicio ao post:

Você que tem medo de chuva,

você não é nem de papel ou muito menos feito de açúcar ou algo parecido com mel,

experimente tomar banho de chuva e conhecer a energia

do céu a energia dessa água sagrada que nos abençoa da

cabeça aos pés,

Oi chuva, eu peço que caia devagar só molhe esse povo

de alegria para nunca mais chorar, para nunca mais

chorar

Oh Chuva eu peço que caia devagar só molhe esse povo

de alegria para nunca mais chorar, para nunca mais

chorar

Que tempo é esse em?

Pelo que eu lembre, desde o inicio do carnaval não presenciei um dia que não tenha caído pelo menos uma gota de chuva. Só que hoje a coisa foi um pouco mais séria. A começar pelo fato que quase perco a aula por causa do aguaceiro que caiu aqui em João Pessoa por volta das 5 da manhã. Acordei com o tempo fechado, então pensei vou tomar banho, trocar de roupa, tomar café que é o tempo que essa chuva passa. Fiz tudo isso e nada de São Pedro ajudar, o pior que logo hoje que tem aula pratica de MAV (Morfologia e Anatomia Vegetal) ministrada pela professora Zelma que desde o 1° dia de aula do 1° período já pega no meu pé e muito. Foi então que quando já estava pensando entre faltar à aula ou ir para a aula todo molhado, São Pedro escutou minhas preces e deu um pause na chuva por mais ou menos uns 20 minutos, tempo suficiente para chegar à rodoviária sequinho.

Só que faltava a volta e assim que acabaram todas as aulas do dia por volta das 15:00 hs, Rio Tinto (cidade onde estudo) estava se desmanchando em água, ainda bem que tive a sorte de pegar uma carona com um professor que me deixou na porta da rodoviária, Peguei o bus das 15:15 hs e meu pensamento era apenas um: “Que essa chuva pare quando descer do ônibus e João Pessoa”. Ainda bem que foi o que aconteceu, consegui chegar ileso em minha residência, só que essa mudança oscilando de chuva a sol inesperadamente me deixou meio resfriado e assim que cheguei em casa não me restou outro recurso que não fosse a minha cama. Onde eu descansei até umas 19:30. E como estava o tempo lá fora???? Isso mesmo, chovendo, como até esse momento e já são 00:40. Mais a verdade tem que ser dita, tem sono melhor que o sono acompanhado com aquele tempo frio e com uma chuva caindo lá fora? É bom demais, só que espero que amanhã na hora de sair para a universidade não esteja como agora.

Vou acabar o post explicando a vocês como são formada as chuvas.

Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas se evaporam enquanto estão ainda a cair, num fenômeno que recebe o nome de virga e acontece principalmente em períodos/locais de ar seco.

A chuva tem papel importante no ciclo hidrológico. A quantidade de chuvas é medida usando um instrumento chamado pluviômetro, de funcionamento simples: a boca de um funil de área conhecida faz a coleta das gotas de chuva e as acumula em um reservatório colocado abaixo do funil. Um observador vem no tempo de amostragem (um vez por dia, 4 vezes por dia etc), e com uma pipeta com escala graduada, mede o volume de água acumulado no período. Por exemplo, ele pode ter medido que caiu 25 mm por metro quadrado nas últimas 24 horas.

Para maior precisão no registro das alturas de chuvas utiliza-se um aparelho denominado de pluviógrafo que registra num gráfico as alturas de precipitações em função do tempo. A este gráfico denomina-se pluviograma.

Tipos de chuva:

  • Chuvas frontais são causadas pelo encontro de uma massa fria (e seca) com outra quente (e úmida), típicas das latitudes médias, como as de inverno no Brasil Meridional que caminham desde o Sul (Argentina) e se dissipam no caminho podendo, eventualmente, chegar até o estado da Bahia. Por ser mais pesado, o ar frio faz o ar quente subir na atmosfera. Com a subida da massa de ar quente e úmida, há um resfriamento da mesma que condensa e forma a precipitação.

  • Chuvas de convecção são também chamadas de chuvas de verão na região Sudeste do Brasil e são provocadas pela intensa evapotranspiração de superfícies úmidas e aquecidas (como florestas, cidades e oceanos tropicais). O ar ascende em parcelas de ar que se resfriam de forma praticamente adiabática (sem trocar calor com o meio exterior) durante sua ascensão. Precipitação convectiva é comum no verão brasileiro, na Floresta Amazônica e no Centro Oeste. Na região Sudeste, particularmente sobre a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e sobre a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) também ocorrem tempestades convectivas associadas à entrada de brisa marítima ao final da tarde com graves conseqüências sobre as centenas de áreas de risco ambiental. Estas chuvas também são conhecidas popularmente como pancadas de chuva, aguaceiros ou torós.

  • Chuvas orográficas são também chamadas de chuvas de serra e ocorrem quando os ventos úmidos se elevam e se resfriam pelo encontro de uma barreira montanhosa, como é normal nas encostas voltadas para o mar. São comuns nos litorais, paranaense, catarinense e paulista e em todo o litoral brasileiro na Serra do Mar. Esse tipo de precipitação pode estar associada à presença do efeito Föhn, que condiciona a existência de áreas mais secas a sotavento dessas barreiras.

Um comentário:

Mariana Dore disse...

ahuhauhauuahua Só tu mesmo visse? Depois de conta como foi o dia, ainda deu uma de nerd! ahuhuah
Se Sarah ou Bruno vissem isso iam te chamar ne nerd na hora!!!
Blogueirooo =*

;D